A utilização de ractopamina – substância utilizada a fim de estimular o ganho de peso nos animais e redução de custos – foi aprovada em relação à comercialização de músculos, gordura, rins e fígados bovinos e suínos a partir de um limite máximo permitido. O principal motivo que originou essa delimitação é que, de acordo com pesquisas e estudos avançados, a ractopamina não causa danos à saúde dos consumidores.

A notícia foi divulgada após a reunião do Codex Alimentarius, órgão responsável por estabelecer padrões qualitativos de alimentos internacionalmente. Após quatro anos de disputa entre exportadores e importadores agrícolas, a medida foi aceita graças a uma votação que foi vencida pela quantidade de dois votos.

Com a utilização deste tipo de produto veterinário, haverá o aumento significativo na produção agrícola, já que, graças à autorização da tecnologia por parâmetros internacionais, a referência obtida será bastante positiva.

O Brasil e os EUA usam a substância, que é misturada na ração dos animais, no entanto, China (consumidores de pulmões de suínos) e União Européia não aprovam o ato. Mesmo sendo grandes importadores de carne, o uso de tal produto é proibido nestas localidades, o que impede a negociação entre tais países.

Depois de estabelecidas algumas regras, a recomendação é que os produtores insiram selos em seus produtos comercializados, oferecendo informações nutricionais, para que o consumidor tenha ciência das condições do alimento que está adquirindo. Desta forma, é possível estabelecer segurança e confiabilidade nos serviços prestados tanto ao povo brasileiro quanto em outros países onde o recurso de engorda foi aprovado.